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quarta-feira, 10 de setembro de 2014
Corações Fechados e Ouvidos Tapados
Por que será que muitas pessoas que entram e sentam em um banco de uma Igreja, não são mais tocadas e nem deixam Deus falar com elas? Quem sabe: elas estão com o coração fechados e ouvidos tapados, ao ponto, de sentirem coceiras em seus ouvidos, e nem querem ouvir a verdade sobre o pecado, que se tornou tão comum dentro de nossas Igrejas.
Eu vejo a Igreja desta geração com um grande esfriamento, e muitas pessoas desencorajadas a irem orar e pedir renovo em suas vidas, seus ouvidos estão tão ocupados com as circunstancia e adversidades desta vida, que não compreendem quando Deus ta falando. Nada contra as novelas e sites de relacionamentos, mas isso tem ocupado muitas pessoas, e elas não tem tempo de abrir seus ouvidos e corações para a vós de Deus.
Estamos vivendo um tempo, que uma parte da Igreja, esta com os corações fechados e ouvidos tapados. Como será que podemos mudar esta história? No livro de Apocalipse 2:4 nos alerta sobre uma Igreja na Cidade de Éfeso, que era perseverante, e suportou provas grandes por causa do nome de Jesus, mas devido o tempo, foi esfriando em seu primeiro amor, e quando isso acontece: nos tornamos distantes de Deus, amando mais as obas da carne, e começamos a perder o foca da Vida Eterna. Apocalipse 2:5 adverte a Igreja de Éfeso: que ela se lembre de onde caiu, e se arrependa, e volte a prática das primeiras obras.
Se você faz parte e é membro de alguma Igreja, e deixou o teu primeiro amor, e as praticas das primeiras obras, arrependa-te, abra teu ouvido e teu coração, não seja como muitas pessoas, que só vão a Igreja para teclar em seu celular, em vez de folhear as paginas da Bíblia e prestar atenção na mensagem de Deus.
A ilação apócrifa da letra morta nos textos
A jumenta falou. O mar Vermelho se abriu em dois. Acalmou a tempestade. Caminhou sobre as águas, e inúmeras outras citações plenas de fantasia para significar um sentido figurado tão pouco buscado pelos leitores dos textos, que admitem a aceitação ilusória de um entendimento ao pé da letra, ao invés daquele sentido que transmite uma ideia comparativa, completa em lógica, plena de realidade visto que esclarece o figurativo, que se denomina Letra Viva.
A humanidade em todas as épocas mostrou uma idolatria por fábulas e apólogos tão intensa que beira a loucura e a estupidez, o imaginário carece de ser alimentado com grandes porções, e as religiões se incumbem disto com uma naturalidade que não impõe limites aos seus dirigentes e doutrinários líderes.
Brotam como erva daninha escritores religiosos que alimentam esta fogueira que aquece o fanatismo e o "nonsense" naqueles que idolatram o impossível como forma de atribuir "poder" aos fantasmas concebidos em sua fértil imaginação, para que desta forma, os "seres imaginários" moldados de acordo com suas "crenças", sejam repletos de poder para realizarem "o impossível", o inexplicável, sendo desta forma um "socorro presente", evidentemente também gerado pela imaginação, que conforme está comprovado cientificamente, é a única realizadora de "milagres".
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Estamos vivendo um período de globalização de informações, onde toda criança, usando a internet, percebe rapidamente o quanto as religiões propagam as trevas, de maneira que, usando máscaras convincentes, iludem as massas e os despreparados para o conhecimento, atraindo-os como mel para as moscas , ou usando um exemplo mais real, "a luz da lâmpada" que atrai e mata as mariposas, que por desconhecerem o perigo, não resistem ao seu encanto.
Todavia, é impossível negar, que por detrás dos textos uma inteligência maior se apresentou, elaborou-os e inspirou mentes humanas, que em períodos e povos diferentes, gravassem, esculpissem, escrevessem aquilo que lhes era passado em sonhos, visões e inspirações de diversas maneiras.
Não creio que os mesmos não entendessem o real e verdadeiro significado daquilo que pretendiam transmitir, e deixaram desta maneira, as fantasias para gerações vindouras, que as cultivaram abundantemente via letra morta, sem ao menos desejar saber se "a fantasia que entendiam de imediato", era possível, o que os levava a fechar os olhos para buscarem aquilo que estava oculto, todavia estava ali, vivo, latente, um conhecimento real, uma mensagem real, um sentido real, que era oposto ao fanatismo, uma "Letra Viva" que se expressava opostamente ao desvario gerado pelas trevas da letra morta, alicerce básico dos fanatismos oriundos das religiões.
A jumenta, símbolo usado para expressar o significado de uma alma dentro da matéria, o mar das encarnações ou dos desejos sendo separados para dar passagem àquelas almas que estavam saindo do encarne da escravidão da egípcia vida na matéria que se escravizou em vícios ou seja lá o que fosse, uma alma plena de luz e lógica, simbolizada como uma alma mestre que se manifestou em uma mente de um humano, e acalmou com sabedoria "as tempestades" das suas águas transmigratórias de seu mar da vida, alma poderosa devido ao seu senso, sua razão, e bem por isto, caminha acima das águas das matérias humanas, ou seja, a razão acima das fraquezas do corpo dos desejos, e assim sucessivamente, a Letra Viva, a fala sem Voz, revela o significado do "explicável" pelo uso da "palavra perdida" ainda tão pouco buscada.
Importância do Reconhecimento de Utilidade Pública às Instituições Religiosas
Instituições de caráter religioso mantem importante papel na ordem social sendo na propagação da fé e na convivência das pessoas com problemas sociais de diversas ordens, como no atendimento a pessoas menos favorecidas.
A proposta de auxílio por meio da caridade dispondo de recursos de populares e escassos frente a muitas exigências legais importa em inibir a solicitação dessas entidades de benefícios previstos pela legislação.
A utilidade pública prevista na constituição federal e a certificação de entidade social ou beneficente e seus benefícios elevam qualquer entidade em termos de lisura, transparência e reconhecimento social, bem como preveem a possibilidade de investimentos públicos em suas atividades. Destaca-se que para a aquisição desse benefício é necessário atender diversos requisitos.
Os títulos adquiridos com esses certificados permitem o repasse de recursos do poder público em todas as suas esferas para projetos, atividades, ações e atividades desenvolvidas por essas instituições, uma vez que as mesmas desenvolvam-se no campo da educação, desporto, assistência à saúde e vida.
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O reconhecimento social por meio de seus títulos exige grande organização administrativa e operacional de qualquer instituição seja essa uma OSCIP, ONG, ou qualquer agente de terceiro setor o que inclui uma instituição religiosa que almeja a obtenção desses titulo e sua posterior manutenção.
A capacitação de pessoas e a organização das atividades em todas as etapas e fator determinante para a obtenção e manutenção, a falta de profissionalismo poderá criar prejuízos catastróficos a qualquer instituição desde débitos com o poder públicos até problemas de ordem criminal.
Gestores, agentes de confissão, profissionais administrativos e todos os envolvidos sejam voluntários, contratados ou colaboradores devem ter em mente que a falta de organização inobservância a prazos, falta de critérios e erros podem conduzir a prejuízos e problemas eu podem comprometer a continuidade do local e das atividades. Antes de procurar a certificação caberá aos envolvidos analisar as opções e suas exigências.
As atividades de uma instituição religiosa podem estar sempre amparadas pela sociedade independente de títulos de ordem pública ou privadas, caberá a seus lideres a decisão de sua entrada ou não no seleto grupo de instituições que mantem títulos e possibilidades de diversas formas parcerias com o poder público. No tocante ao cuidado com a decisão essa poderá ser tomada com criteriosa analise de custo pelos benefícios e sua capacidade em atender as obras sociais que executa com acréscimos de recursos de financiadores.
A Conversão Religiosa
Autor: Glaucio José Couri Machado - nov/94
O fenômeno religioso é tão antigo quanto o homem. Segundo Rubem Alves , "não sabemos nem onde e nem quando o homem teve pela primeira vez, uma experiência religiosa. Cremos, entretanto, que a primeira experiência religiosa marca a transição do macaco nu para o homem. Surgiu, naquele momento, de forma inexplicável, uma maneira de ser perante o mundo, um novo tipo de consciência" . Desta forma, inaugura-se no indivíduo a consciência religiosa.
É ela o "palco" do aspecto religioso, porém, não está separada como um compartimento na psique humana, faz parte do todo desse homem. Esta consciência, presente na totalidade humana, sofre dos mesmos fenômenos que formam a realidade deste homem. Um destes fenômenos é, de acordo com Peter Berge e Luckmamm, a questão da conservação e a transformação da realidade subjetiva. A conservação se diz respeito à reafirmação da realidade subjetiva do homem.
Essa necessidade de conservação está presente na conversa - que é o veículo mais importante para a conservação da realidade. A simples conversa, inclusive a corriqueira, marca esta necessidade de identificação do indivíduo com seu mundo (em amplo aspecto). Conserva-lo é encontrar-se, estar em sintonia com seu próprio pensamento. A conversa, significa antes de mais nada, que os indivíduos se interagem e nesta conversa esta a fala e a comunicação não verbal. A conservação nem sempre é explicita, sendo normalmente implícita.
"Ao mesmo tempo que o aparelho da conversa mantém continuamente a realidade, também continuamente a modifica. Certos pontos são abandonados e outros acrescentados, enfraquecendo alguns setores daquilo que ainda é considerado como evidente e reforçando outros. Assim a realidade subjetiva de uma coisa da qual nunca se fala, torna-se vacilante(...). Geralmente falando, o aparelho de conversa mantém a realidade "falando" de vários elementos da experiência e colocando-os em um lugar definido no mundo real"
Para manter a realidade subjetiva, a conversa deve ser com continuidade e coerência, pois se houver rupturas podem representar ameaças para a paz subjetiva.
Essas ameaças ocorrem não apenas com o mais importante veículo para a conservação da realidade, mas com qualquer outro que interrompa a definição da realidade na consciência . Desta forma há a possibilidade da realidade subjetiva ser transformada, o que Berger e Luckmann chamam de "alternações".
A alternação, ou seja, a transformação, é o caso extremo da modificação. Caso este, em que qualquer indivíduo por viver em sociedade está sujeito a sofrer. E para que ela ocorra há a exigência de processos re-socializadores.
A conversão religiosa é a própria alternação como um exemplo clássico. A conversão para ser bem sucedida, como a alternação, exige a inclusão de condições sociais e conceituais. A condição social mais importante é a possibilidade de dispor de uma estrutura efetiva de plausibilidade, isto é, uma base social que sirva de "laboratório da transformação". Essa estrutura de plausibilidade será oferecida ao indivíduo pelos outros significados com os quais deve estabelecer forte identificação afetiva. Não é possível a transformação radical da realidade subjetiva (incluindo, evidentemente, a identidade) sem esta identificação, que inevitavelmente repete as experiências infantis da dependência emocional com os outros significados. Estes últimos são os guias que conduzem à nova realidade. Representam a estrutura de plausibilidade nos papéis que desempenham com relação ao indivíduo (papéis tipicamente definidos de maneira explícita em termos de função re-socializante) e, mediatizam o novo mundo para o indivíduo.
A conversão para se manter efetivamente plausível deve estar contida numa comunidade religiosa (como dizem os autores citados, "a conversão pode antecipar-se à filiação a uma comunidade" , mas isto não quer dizer negar a comunidade), pois será ela aquela que manterá o sentimento de plausibilidade, pois o importante é conservar a nova identidade e a conservação se dará na comunidade.
Outros aspectos para que a alternação seja executada com êxito, são as exigências de separação do indivíduo do mundo anterior ( no caso religioso e em outros pode ocorrer até uma segregação física); uma reorganização do aparelho de conversa; a exigência de um aparelho legitimador para completar a transformação, assim como, até mesmo, a possibilidade de esquecer algumas pessoas ou fatos do passado.
Rubem Alves no seu livro "O Enigma da Religião" também explica a conversão. Para ele o colapso entre a harmonia do eu e o mundo, sendo que o eu estaria num processo de anomia, seria o primeiro momento para a conversão. O estado de anomia, um conceito durkheimaino, diz da ausência de regras sociais; uma ausência no sentido da não compreensão ou o cumprimento de regras sociais. Por isso, como diz o próprio autor "a experiência da conversão se dá com mais freqüência em situações de desorganizações de esquemas culturais de interpretação (choque culturais, o impacto da urbanização sobre regiões agrárias), em crises pessoais profundas ou em situações de anomia geral, quando a ideologia de uma nação ou civilização desmorona" .
O momento posterior é a descoberta da solução para a melhoria perante o estágio anterior - o "momento da crise e desestruturação da personalidade encontra uma solução" . É encontrar-se diante de um novo universo significativo, o antigo homem se torna um novo, saído de uma crise onde a realidade não o afirmava; na nova descoberta encontra-se seguro, sintonizado com o real.
Rubem Alves afirma que a "experiência da conversão, com vestes religiosas ou não, é uma possibilidade permanente aberta ao homem e, como tal, um sintoma de permanente precariedade do mundo em que habitamos" .
Dessa forma a conversão, tanto para Berger e Luckmann quanto Rubem Alves representa a transformação de um mundo para outro, a mudança de significados outrora aceitos hermeticamente para um novo conjunto de significados, porém o rito de passagem vem complementado com crises e dúvidas perante o mundo anterior. Outro ponto é o fato do homem estar sempre sujeito às transformações, o fato de viver em sociedade o leva a poder sofrer conseqüências em que ocorram mudanças radicais nas suas crenças. Peter Berger afirma que a sociedade faz o homem como o homem faz a sociedade, sendo este um processo dialético, portanto, a conversão pode ser um pêndulo no processo constante do movimento que ocorre na sociedade. Com isto, a conversão religiosa está mais que presente neste mundo moderno onde há disputas entre religiões na utopia da hegemonia religiosa. Esta disputa leva primeiro o homem à crise, sua crise de consciência, para depois reergue-lo, re-socializando-o e lhe mostrando o novo mundo.
Deus Não Mudou
A razão para continuarmos expondo o evangelho é infinitamente importante. Deus não mudou! Ora, quando percebemos, conforme temos procurado mostrar, que o problema crucial do homem é o seu relacionamento com Deus, vemos então a total futilidade da questão de antiguidade e de datas. É nesse ponto que vemos com toda a clareza quão insensato é rejeitar o evangelho simplesmente por causa de sua antiguidade. Alguém já salientou admiravelmente bem esse particular, quando disse: "O tempo não deixa rugas na testa do Deus eterno". Naturalmente, tem havido avanços e desenvolvimentos, mas porventura essas coisas afetam, em qualquer sentido, o ser e o caráter de Deus? Será que por ter o homem produzido o motor de combustão interna, ou por ter conseguido liberar o poder do átomo, de alguma maneira ficaram ab-rogadas as leis de Deus ou, de alguma forma, Deus passou a abominar menos o pecado e as más ações? Não; mas a pergunta mais urgente e vital com que o homem se defronta continua sendo aquela feita por Jó, em tempos remotíssimos: "Como pode o homem ser justo para com Deus?" (Jó 9.2). Não há dúvida que existe hoje um novo cenário para os problemas, quer sejam econômicos, políticos ou educacionais, quer digam respeito à falta de moradias ou à maneira de contornar as greves. Todos esses problemas, no entanto, são temporários. Quando eles se findarem restará aquela situação inevitável, na qual nos veremos face a face com o Deus eterno, o "Pai das luzes, em quem não pode existir variação, ou sombra de mudança" (Tg 1.17).
O problema crucial do homem não é a sua própria pessoa, nem a sua felicidade, nem as condições que o circundam, enquanto se encontra neste planeta. O problema crucial do homem é o seu relacionamento com Deus, tanto agora como na eternidade. Deus é eterno, imutável e absoluto. Por conseguinte, quão grande tolice é argumentar que o homem moderno necessita de um novo remédio ou de uma nova modalidade de salvação, ao invés do "evangelho da glória do Deus bendito" (1 Tim 1.11), o qual se acha, exclusivamente, em nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.
Tratamento de Efluentes
thomas Watson
“E Jesurum, engordando, recalcitrou (tu engordaste, tu te engrossaste e te cevaste); então abandonou a Deus, que o fez, e desprezou a Rocha da sua salvação.”(Dt 32.15).
Esta palavra de Deuteronômio foi dirigida por Deus ao seu próprio povo de Israel, que Lhe abandonou quando entrou em grande prosperidade. Assim, é possível ser um crente e continuar envolvido com o serviço de Deus e ao mesmo tempo abandoná-lO, por não andar mais conforme os Seus mandamentos e humildemente na Sua presença, por causa da elevação do coração que se corrompeu com a prosperidade.
Quantos têm sido quebrados pelo travesseiro macio da facilidade!
A prosperidade é uma trombeta que soa tocando o toque de retirada e faz com que o exército de crentes bata em retirada deixando para trás a perseguição que vinham fazendo à verdadeira religião, com o intuito de agradarem e honrarem a Deus, vivendo para fazer a Sua vontade. Por isso o desejo de ser rico é uma armadilha.
“9 Mas os que querem tornar-se ricos caem em tentação e em laço, e em muitas concupiscências loucas e nocivas, as quais submergem os homens na ruína e na perdição.
10 Porque o amor ao dinheiro é raiz de todos os males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e se traspassaram a si mesmos com muitas dores.”(I Tim 6.9,10).
O que é o Islam?
Islã e Muçulmanos
A palavra árabe “Islã” significa “submissão” e é derivada de uma palavra que significa “paz”. Como tal, a religião do Islã ensina que para alcançar verdadeira paz de espírito e certeza de coração, devemos nos submeter a Deus e viver de acordo com Sua Lei divinamente revelada.
O Islã não é uma religião nova porque “submissão à vontade de Deus”, ou seja, Islã, sempre foi a única religião aceitável aos olhos de Deus. Por essa razão o Islã é a “religião natural” verdadeira e é a mesma mensagem eterna revelada através dos tempos para todos os profetas e mensageiros de Deus. A mensagem principal de todos os profetas sempre foi que só existe um Deus verdadeiro e único e que somente Ele deve ser adorado. Esses profetas começam com Adão e incluem Noé, Abraão, Isaque, Jacó, Moisés, Davi, João Batista e Jesus, que a paz esteja sobre todos eles. Deus diz no Alcorão Sagrado:
“E não enviamos antes de ti (Muhammad) Mensageiro algum sem que lhe revelássemos que: Não há outra divindade além de Mim. Adora-Me, e serve-Me!” (Alcorão 21:25)
http://www.islamreligion.com/articles/images/How_to_Convert_to_Islam_and_Become_a_Muslim_001.jpgEntretanto, a mensagem verdadeira desses profetas foi perdida ou corrompida com o passar do tempo. Até os livros mais recentes, o Torá e o Evangelho, foram adulterados e, assim, perderam sua credibilidade para guiar as pessoas para o caminho certo. Portanto, 600 anos depois de Jesus, Deus reviveu a mensagem perdida dos profetas anteriores enviando o profeta Muhammad com Sua revelação final, o Alcorão Sagrado, para toda a humanidade. Como o profeta Muhammad era o profeta final, o próprio Deus prometeu preservar Suas últimas palavras reveladas para que seja uma fonte de orientação para toda a humanidade até o Último Dia. Agora é imperativo para todos que acreditem e sigam essa mensagem final de Deus. Deus Todo-Poderoso diz no Alcorão:
“E não te enviamos, senão como universal (Mensageiro), alvissareiro e admoestador para os humanos; porém, a maioria dos humanos o ignora.” (Alcorão 34:29)
“E quem quer que almeje (impingir) outra religião, que não seja o Islã, (aquela) jamais será aceita e, no outro mundo, essa pessoa contar-se-á entre os desventurados.” (Alcorão 3:85)
A palavra “muçulmano” significa aquele que se submete a vontade de Deus, independente de sua raça, nacionalidade ou origem étnica. Portanto, qualquer pessoa que esteja pronta para se submeter à vontade de Deus é elegível para se tornar muçulmana.
Benefícios de se converter ao Islã
Existem muitos benefícios em se converter ao Islã Alguns deles são:
• Forma-se uma relação pessoal e direta com Deus por meio da adoração somente a Ele, sem a necessidade de intermediários. Sente-se essa relação pessoal e fica-se consciente de que Deus sabe tudo e está lá para ajudar.
• A pessoa constata o propósito verdadeiro de sua vida, que é reconhecer Deus e seguir Seus mandamentos.
• A pessoa é provida de luz, que a guia ao longo da vida. A religião do Islã tem respostas para todas as situações e sempre se saberá os passos certos a seguir em todos os aspectos da vida.
• Encontra-se felicidade, tranquilidade e paz interior verdadeiras.
• Ao se converter ao Islã, todos os pecados anteriores são perdoados e se começa uma vida nova de piedade e retidão. E como muçulmano, quando depois se comete um erro, é possível se arrepender perante Deus, Que perdoa os pecados daqueles que se arrependem sinceramente. Não há intermediários ou seres criados para se fazer confissões.
• Alcança-se a salvação do inferno, em relação ao qual todos os profetas alertaram.
• O maior benefício é que Deus prometeu que um muçulmano terá a recompensa do paraíso eterno. Aqueles abençoados com o paraíso viverão eternamente em bênção, sem qualquer tipo de doença, dor ou tristeza. Deus estará satisfeito com eles e eles estarão satisfeitos com Deus. Mesmo os que estiverem na categoria mais baixa entre os habitantes do paraíso terão dez vezes o equivalente desse mundo e terão o que desejarem. De fato, no paraíso existem prazeres o que nenhum olho jamais viu, nenhum ouvido jamais ouviu e nenhuma mente jamais pensou. Será uma vida bem real, não somente espiritual, mas física também.
Para saber mais sobre os benefícios de se converter ao Islã, você pode ler esse artigo “Os Benefícios de se converter ao Islã (3 partes)”.
Como se converter ao Islã - O testemunho de fé (Shahada)
Tornar-se muçulmano é um processo simples e fácil. Tudo que uma pessoa tem que fazer é dizer uma frase chamada testemunho de fé (Shahada), que é pronunciada como:
Eu testemunho “La ilaha illa Allah, Muhammad rasoolu Allah.”
Essas palavras árabes significam “não há verdadeiro deus (divindade), exceto Allah, e Muhammad é o Mensageiro (Profeta) de Deus.” Uma vez que uma pessoa diz o testemunho de fé (Shahada) com convicção e compreensão de seu significado, ela se torna muçulmana. É fácil assim!
A primeira parte, “Não há verdadeira divindade, exceto Deus”, significa que ninguém tem o direito de ser adorado a não ser Deus, e que Deus não tem parceiro e nem filho. A segunda parte significa que Muhammad foi um verdadeiro profeta enviado por Deus para a humanidade.
Para ser um muçulmano, deve-se:
- Acreditar que o Alcorão Sagrado é a palavra literal de Deus, revelado por Ele.
- Acreditar que o Dia do Juízo (Dia da Ressurreição) é verdadeiro e chegará.
- Acreditar nos profetas que Deus enviou, nos livros que Ele revelou e em Seus anjos.
- Aceitar o Islã como sua religião.
- Não adorar a nada e nem a ninguém, exceto Deus.
É fácil assim! Para ouvi-o testemunho (Shahada), clique aqui ou clique em “Ajuda online” para assistência imediata pelo bate-papo.
A conversão pode ser feita sem ajuda, mas é muito melhor fazê-la com a assistência de um de nossos conselheiros através da “Ajuda online”, para que possamos ajudá-lo(a) a pronunciá-lo corretamente e fornecer a você informações e conselhos importantes especialmente preparados para os novos convertidos, para ajudá-los a começar em sua fé recém-encontrada.
Como alternativa, podemos ligar para o seu telefone para ajudar com o processo de conversão. Nesse caso, deixe-nos seu número de telefone e a hora adequada para ligar em nosso formulário Contate-nos
Você não está sozinho
Se você seguiu a orientação acima e se converteu ao Islã sem ajuda, fique tranquilo que não está sozinho. A mesma fé é compartilhada por 1,7 bilhões de pessoas. Recomendados que nos informe agora através do formulário Contate-nos ou da “Ajuda online”, para que possamos fornecer a você recursos e conselhos úteis, adequados para você como novo(a) muçulmano(a).
Damos os parabéns por sua decisão e as boas vindas ao Islã. Tentaremos ao máximo ajudá-lo(a) da maneira que pudermos! :)
Alguns equívocos comuns
Algumas pessoas podem adiar sua conversão ao Islã, embora acreditem que seja a religião verdadeira de Deus, devido a alguns equívocos. Podem achar que coisas como mudar o nome, saber um pouco de árabe, informar aos outros sobre sua conversão, conhecer alguns muçulmanos ou não ter cometido muitos pecados, são condições para a conversão - entretanto, a realidade é que essas não são desculpas válidas para adiar a conversão.
Se você gostaria de saber mais sobre esses e outros equívocos semelhantes, leia o artigo “Quero ser muçulmano, mas... Mitos sobre se converter ao Islã (3 partes)”.
Para aqueles que ainda não estão convencidos
O Islã reivindica ser o caminho verdadeiro para Deus. O que torna uma religião válida em relação a outras ideologias são as provas que oferece para sua autenticidade. Portanto, é preciso examinar essas provas, pesá-las e tomar uma decisão informada. É preciso ser sincero no empenho e, acima de tudo, buscar a ajuda do Todo-Poderoso para ser guiado para o caminho certo.
Se uma pessoa ainda não estiver convencida da autenticidade do Islã, então pode pesquisar mais as provas que o Islã oferece. O Islã oferece provas esmagadoras de sua autenticidade e é a única religião que apela completamente ao bom-senso.
Algumas das provas que o Islã oferece são: provas científicas no Alcorão, os milagres realizados pelo profeta Muhammad e as profecias de sua vinda em escrituras anteriores, os eventos profetizados no Alcorão que vieram a acontecer, o desafio cumprido do Alcorão de que se fizesse ao menos um capítulo como ele e a sabedoria divina nas leis e ensinamentos do Islã que cobrem todos os aspectos da vida. Para saber mais sobre as provas do Islã, verifique os artigos nessa seção “Evidência de que o Islã é a verdade”.
Se desejar aprender mais sobre o Islã e suas crenças e práticas básicas, refira-se ao artigo “O que é o Islã (4 partes)”
Nossa vida eterna depende da fé que escolhermos seguir nessa vida transitória e, sendo assim, procuremos dar a esse esforço a prioridade que merece.A crença mais fundamental no Islã é que não há verdadeira divindade, exceto Allah. Ele, o Único, o Primeiro e o Último, não tem parceiros, filhos, filhas ou intermediários. Está sozinho em Seu Domínio e em Sua onipotência. É um conceito muito simples e é simplesmente a verdade. Entretanto, às vezes a crença pura em Deus pode ser esmagadora. Geralmente ficamos surpresos quando invocamos Deus e Ele responde imediatamente.
A religião do Islã abrange esse conceito simples - que Deus é Único e o envolve em um pacote chamado submissão. Islã significa submissão à vontade de Deus. A palavra raiz do Islã (sa-la-ma) é a mesma que é compartilhada com a palavra árabe que significa paz e segurança. Em essência, paz e segurança vêm de viver a vida de acordo com a vontade de Deus. Como um círculo da vida, sempre começa e termina no mesmo lugar - não há divindade exceto Allah. Quando nos submetemos à vontade de Deus somos muçulmanos e para demonstrar nossa sinceridade testemunhamos que somos muçulmanos dizendo, sozinhos ou na companhia de outros muçulmanos, La ilah illa Allah, Muhammad rasoolu Allah. Não há verdadeira divindade exceto Allah e Muhammad, que a misericórdia e bênçãos de Deus estejam sobre ele, é Seu mensageiro.
Sempre que um ser humano experimenta e compreende a misericórdia de Deus, Satanás tenta ao máximo prejudicar aquele indivíduo. Satanás não quer que sintamos conforto e misericórdia. Quer que nos sintamos ansiosos e deprimidos. Quer que cometamos erros e pecados. Satanás se desespera por jamais sentir o amor de Deus e, portanto, quer corromper tantos seres humanos quanto possível.
(Satanás disse) “Disse: Juro que, por me teres extraviado, desviá-los-ei da Tua senda reta. E, então, atacá-los-ei pela frente e por trás, pela direita e pela esquerda e não acharás, entre eles, muitos agradecidos!” (Alcorão 7:16-17)
Sempre que uma pessoa percebe a verdade e quer se tornar muçulmana, Satanás introduz a palavra “mas”. Quero ser muçulmano...MAS! Mas não estou pronto. Mas não falo árabe. Mas sou branco. Mas não sei muito sobre o Islã. Deus nos alertou contra Satanás e sua astúcia.
"Ó Filhos de Adão, Que Satanás não vos seduza.” (Alcorão 7:27)
"Posto que Satanás é vosso inimigo, tratai-o, pois como inimigo.” (Alcorão 35:6)
Os sussurros de Satanás tentam nos impedir de converter ao Islã. Essas ideias não devem ser um empecilho para uma pessoa se conectar ou reconectar com o Deus Misericordioso. Nesse artigo e no próximo discutiremos alguns dos mitos mais proeminentes, os escrutinaremos e veremos que Deus é de fato Misericordioso. Ele facilita a conversão ao Islã, não a dificulta. Sem mas!
1. Quero ser muçulmano, mas não quero mudar meu nome.
Uma pessoa que abraça o Islã não tem que mudar o nome. O Profeta Muhammad, que Deus o exalte, disse que todos têm o direito a um bom nome, um nome que tenha significado ou caráter. Para a vasta maioria das pessoas isso não é um problema. Entretanto, se descobrir que seu nome tem um significado ruim ou uma associação com pecadores ou tiranos, é melhor mudá-lo para algo mais aceitável. Se o nome de uma pessoa é o nome de um ídolo ou reflete servidão a algo ou alguém além de Deus, então tem que ser mudado. Lembre, entretanto, que o Islã é fácil. Se trocar o seu nome oficialmente causar dificuldade, angústia ou dano, é suficiente trocá-lo somente entre amigos e família.
2. Quero ser muçulmano, mas não sei árabe.
A religião do Islã foi revelada para todos os povos, em todos os lugares e em todas as épocas. Não é uma religião exclusivamente para árabes ou para quem fala a língua árabe. De fato a maioria dos 1,4 bilhões de muçulmanos não tem origem árabe. Uma pessoa pode se tornar muçulmana sem saber uma única palavra de árabe. Isso não afeta sua habilidade de aceitar o Islã. Entretanto, a língua do Alcorão é o árabe e as orações diárias são feitas em árabe. Então, embora não seja necessário aprender a língua, depois da conversão será necessário aprender algumas palavras árabes.
Se a pessoa não for capaz de aprender árabe suficiente para realizar suas orações por causa de alguma dificuldade na fala ou porque não é capaz de pronunciar o árabe, deve tentar o máximo que puder. Se não for possível aprender pelo menos um pouco de árabe, então é isenta dessa obrigação porque Deus não sobrecarrega as pessoas com mais do que são capazes de suportar. Entretanto, Deus também diz que facilitou o aprendizado do Alcorão e, portanto, é obrigatório que a pessoa faça o seu melhor.
“Deus não impõe a nenhuma alma uma carga superior às suas forças.” (Alcorão 2:286)
“Em verdade, fizemos o Alcorão fácil de compreender e lembrar...” (Alcorão 54:17)
Um homem veio ao Profeta Muhammad e disse: “Ó Mensageiro de Deus! Ensine-me algo do Alcorão que será suficiente para mim, porque não sei ler.” Ele disse: “Diga: Subhaan-Allaah wa’l-hamdu Lillaah wa laa ilaaha ill-Allaah wa Allaahu akbar wa laa hawla wa la quwwata illa Billaah (Glorificado seja Deus, livre de toda a imperfeição. Não existe divindade exceto Allah e Deus é o Maior, não há divindade exceto Allah e não há poder ou força exceto com Deus).” [1]
Entrar no Islã é fácil. É um processo simples, livre de complicações. Na parte 2 discutiremos a circuncisão, o fato de que no Islã não há restrições étnicas ou raciais e se tornar muçulmano sem saber muito sobre o Islã.Não há divindade exceto Deus. É uma afirmação simples que deve facilitar a conversão ao Islã. Existe um único Deus e uma única religião, nada pode ser mais descomplicado. Entretanto, como discutimos no artigo anterior, sempre que uma pessoa percebe a verdade e quer se tornar muçulmana, Satanás introduz a palavra mas. Quero ser muçulmano...MAS. Mas não estou pronto. Mas não falo árabe ou não quero mudar meu nome. Hoje discutiremos mais mitos que impedem as pessoas de se converterem ao Islã.
3. Quero ser muçulmano, mas não quero ser circuncisado.
O profeta Muhammad disse que toda criança nasce em estado de fitrah, com o entendimento correto de Deus,[1] e as tradições do profeta Muhammad nos contam que as condições relacionadas à fitrah (estado natural de ser) são cinco.
"Cinco coisas são parte da fitrah: raspar o pelo púbico, a circuncisão, aparar o bigode, remover os pelos das axilas e cortar as unhas.” [2] Acredita-se que seja a maneira antiga, a maneira natural, seguida por todos os profetas e ordenada aos crentes pelas leis que trouxeram.[3]
A maioria dos eruditos muçulmanos concorda que a circuncisão é obrigatória para os homens, se não temerem que possa prejudicá-los. Ao avaliar o nível de dano um homem deve olhar para o Alcorão e os ensinamentos autênticos do profeta Muhammad em busca de orientação. Se um homem não puder ser circuncisado devido ao temor de ferimentos ou qualquer outra razão válida que possa tornar sua vida miserável, a obrigação é suspensa. Não é permissível que isso se torne uma barreira que previna o homem de aceitar o Islã[4]. Em outras palavras, não é uma condição para se tornar muçulmano. Também não previne um homem de liderar as orações.[5]
Não há exigência para a circuncisão feminina no Islã.
4. Quero ser muçulmano, mas sou branco.
O Islã é a religião que foi revelada para todos os povos, em todos os lugares e em todas as épocas. Não foi revelada para uma raça ou etnia em particular. É um modo completo de vida baseado nos ensinamentos encontrados no Alcorão e nas tradições autênticas do profeta Muhammad. Embora o Alcorão tenha sido revelado na língua árabe e o profeta Muhammad fosse árabe, seria errado supor que todos os muçulmanos são árabes ou que todos os árabes são muçulmanos. De fato a vasta maioria dos 1,4 bilhões de muçulmanos não são árabes.
Não existem requisitos raciais ou étnicos para ser muçulmano. Em seu sermão final o profeta Muhammad reiterou esse fato muito suscintamente.
“Toda a humanidade descende de Adão e Eva. Um árabe não é superior a um não-árabe, nem um não-árabe tem qualquer superioridade sobre um árabe; o branco não tem superioridade sobre o negro, nem o negro é superior ao branco; ninguém é superior, exceto pela piedade e boas ações. Saiba que todo muçulmano é irmão de outro muçulmano e que os muçulmanos constituem uma irmandade.” [6]
“Ó humanos! Nós vos criamos de um homem e de uma mulher, e vos fizemos como nações e tribos, de modo que vos conheçais uns aos outros.” (Alcorão 49:13)
5. Quero ser muçulmano, mas não sei nada sobre o Islã.
Não há necessidade de saber muito sobre o Islã para se tornar muçulmano. É suficiente saber o significado do testemunho e os seis pilares da fé. Uma vez que uma pessoa abraça o Islã, há tempo para aprender sobre a religião. Não existe necessidade de pressa e de ser sobrecarregado. Faça as coisas devagar, mas siga em frente de maneira constante em seu próprio ritmo. Há tempo para compreender a beleza inspiradora e a facilidade da religião e aprender sobre todos os profetas e mensageiros do Islã, incluindo o último profeta, Muhammad. Um muçulmano nunca para de aprender. É um processo que continuará até a morte.
O profeta Muhammad disse: “O crente nunca terá o suficiente em ouvir coisas boas (buscando conhecimento) até que chegue ao Paraíso.”[7]
6. Quero ser muçulmano, mas cometi muitos pecados.
Quando uma pessoa diz o testemunho de fé (Shahada), Testemunho que não há divindade exceto Deus e que Muhammad é o mensageiro de Deus, fica como um recém-nascido. Todos os pecados anteriores, não importa se grandes ou pequenos, são eliminados. A lousa é limpa, livre de pecado, brilhante e branca. É um novo começo.
“Dize aos descrentes que, no caso de se arrependerem, ser-lhes-á perdoado o passado...” (Alcorão 8:38)
Não há compulsão para que alguém aceite a verdade do Islã. Entretanto, se seu coração lhe diz que só existe um único Deus, não hesite.
“Não existe compulsão na religião, Porque já se destacou a verdade do erro. Quem renegar o sedutor e crer em Deus, ter-se-á apegado a um firme e inquebrantável sustentáculo, E Deus é suficiente como guardião” (Alcorão 2:256)
Notas de rodapé:
[1] Saheeh Muslim
[2]Saheeh Al-Bukhari, Saheeh Muslim
[3]AS-Shawkaani, Nayl al-Awtaar, Baab Sunan al-Fitrah
[4] Fataawa al-Lajnah al-Daa’imah, 5/115, Al-Ijaabaat ‘ala As’ilah al-Jaaliyaaat, 1/3,4
[6]O texto do Sermão da Despedida pode ser encontrado em Saheeh Al-Bukhari e Saheeh Muslim e nos livros de At Tirmidhi e Imam Ahmad.
[7] At TirmidhiTerminamos a parte 2 mencionando que quando uma pessoa se converte ao Islã, todos os pecados anteriores, não importa se grandes ou pequenos, são eliminados. A lousa é limpa, livre de pecado, brilhante e branca. É um novo começo. Entretanto, existem algumas pessoas que podem hesitar aceitar o Islã porque temem que não serão capazes de se afastar do pecado. Começamos a parte 3 discutindo esse tópico.
7. Quero ser muçulmano, mas sei que existem alguns pecados que não consigo parar de cometer.
Se uma pessoa verdadeiramente acredita que não há divindade exceto Allah, deve aceitar o Islã sem demora, mesmo que acredite que continuará a pecar. Quando uma pessoa está acostumada a viver uma vida livre de quaisquer princípios morais, o Islã pode a princípio parecer um conjunto de regras e regulamentos quase impossíveis de cumprir. Os muçulmanos não bebem, não comem porco, as mulheres devem cobrir a cabeça, os muçulmanos oram cinco vezes ao dia. Homens e mulheres dizem coisas como “não consigo parar de beber” ou “acho muito difícil orar todos os dias, quanto mais cinco vezes ao dia”.
Entretanto, a realidade é que quando uma pessoa aceitou que não há divindade merecedora de adoração exceto Allah e desenvolveu uma relação com Ele, as regras e regulamentações se tornam insignificantes. É um processo lento de querer agradar a Deus. Para alguns aceitar as orientações para uma vida feliz é uma questão de dias, até horas, para outros pode ser semanas, meses ou até anos. A jornada de cada pessoa no Islã é diferente. É importante lembrar que Deus perdoa todos os pecados. Um crente pode, pela misericórdia de Deus, ser admitido no paraíso independente dos pecados que tenha cometido. Por outro lado, um descrente, que adora algo ou alguém além do Único e Verdadeiro Deus, será admitido no inferno eterno. Portanto, tendo a escolha entre não aceitar o Islã ou ser um muçulmano que peca, a segunda escolha é certamente muito melhor.
8. Quero ser muçulmano, mas temo informar aos outros.
Como enfatizamos repetidamente, não há nada no mundo que deva impedir uma pessoa de abraçar o Islã. Se alguém teme a reação dos outros, como os pais, irmãos ou amigos, e sente que não está pronto para informá-los, ainda assim deve se converter e tentar praticar o Islã em segredo, tanto quanto puder. À medida que o tempo passa e a conexão com Deus é estabelecida, a fé se fortalecerá e a pessoa saberá como lidar melhor com a situação. De fato, o novo muçulmano quase certamente se sentirá liberado e começará a sentir a necessidade de informar a todo o mundo sobre a beleza do Islã.
Enquanto isso é uma boa ideia preparar seus amigos e família de forma lenta e sutil para as mudanças que obviamente ocorrerão. Talvez começar falando abertamente sobre Deus e religião em geral, expressar o interesse em outras crenças ou no Islã em particular. Quando uma pessoa começa a praticar o Islã, que é de fato um modo de vida, as pessoas próximas frequentemente notam uma diferença. Verão um novo respeito por elas, a família e sociedade em geral; também verão a mudança no comportamento de ansioso e infeliz para relaxado e satisfeito.
O Islã é um modo de vida e é difícil escondê-lo por muito tempo. É importante lembrar que quando as pessoas souberem de sua conversão ao Islã, haverá uma reação. Algumas ficarão felizes e aceitarão e outras ficarão chateadas e desapontadas. Frequentemente os que ficam chateados superam com o tempo e começam a aceitar a mudança. E quando veem muitas mudanças positivas, podem de fato começar a apreciar sua conversão. É preciso ficar forte, determinado e saber que Deus está com você. Suas palavras e experiência podem muito bem levar outros a seguir seu exemplo. Confie em Deus, aprenda tudo que puder sobre sua nova fé e deixe a luz do Islã brilhar através de seus olhos.
9. Quero ser muçulmano, mas não conheço muçulmanos.
Algumas pessoas aprendem sobre o Islã a partir de leitura, outras de observar o comportamento de muçulmanos que veem em suas cidades, algumas ainda aprendem sobre o Islã em programas de TV e, para outras, é o som do chamado para a oração. Com frequência as pessoas buscam e encontram a beleza do Islã sem nunca encontrarem um muçulmano. Simplesmente não é necessário conhecer muçulmanos antes de aceitar e se converter ao Islã.
A conversão ao Islã é tão fácil quanto dizer as palavras: Testemunho que não há divindade exceto Deus e que Muhammad é Seu mensageiro. A conversão não tem que ser feita em uma mesquita (centro islâmico) e nem são necessárias testemunhas. Essas coisas, entretanto, são manifestações da irmandade do Islã e marcam o início de uma nova fé com apoio moral e espiritual de outros. Se não houver nenhum centro islâmico próximo ou muçulmanos para ajudar, pode-se simplesmente seguir o procedimento explicado em “How to convert to Islam and Become a Muslim (Como se converter ao Islã e se tornar muçulmano)”.
Consequentemente, após a conversão pode ser muito útil para o novo muçulmano fazer contato com outros muçulmanos. Os membros de sua nova família espiritual podem ser encontrados em mesquitas ou centros islâmicos locais ou se apresentando aos muçulmanos que moram em sua rua, pegam o mesmo ônibus ou trabalham na mesma empresa. Entretanto, mesmo se um novo muçulmano está totalmente sozinho, está conectado a 1,5 bilhões de outros muçulmanos.
Antes ou depois da conversão esse website está disponível para ajudar o novo muçulmano ou aqueles que pensam em se converter ao Islã. Existem literalmente centenas de artigos de fácil compreensão sobre o Islã. Depois de sua conversão, esse website ajudará a começar como novo muçulmano fornecendo recursos úteis e suporte online através do chat ao vivo.
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